Nonato Bandeira tem afinidade com o jornalismo e diz que se sente em casa na Secom estadual

O novo secretário de Comunicação Institucional do Estado, Nonato Bandeira, falou a respeito da recente nomeação. O jornalista afirmou não esperava ser remanejado, porém apontou que atua na posição que o técnico quer, no caso João Azevêdo (PSB).

Apesar de surpreso, o secretário lembrou que tem afinidade com a área e que se sente em casa na Comunicação Institucional do Governo.

“Vamos fazer a continuidade de um trabalho bem feito pelo companheiro Luis Torres e tentar ampliar e dar a dimensão que o governador João vem tendo. Apresentar inovações, mas sempre focando no trabalho iniciado em toda história das raízes fincadas no bom relacionamento com a mídia”, disse.

O secretário explicou que foi convidado diante da saída do secretário Luis Torres, que não esperava e teve pouco tempo para pensar, porém quando se integra um time não se pode escolher a posição que vai atuar, quem escolhe é o técnico, pode ter preferência onde pode apresentar melhor rendimento, mas quando se convoca para qualquer posição tem que estar pronto e principalmente em posição onde se tem afinidade e respeito pela atuação no jornalismo. Ele completou que se sente em casa na Comunicação Institucional do Governo.

Nonato acrescentou que estava bem no trabalho que João designou no relacionamento interno do governo com a Assembleia Legislativa, prefeitos, movimentos sociais e toda a institucionalidade que a secretaria de governo demandava, ‘mas sabemos que vem alguém experiente, que é Edvaldo Rosas e não podemos ficar escolhendo posições. Onde ele [João] nos designar, vamos”, finalizou.

Primeiras medidas – Nonato destacou que vai tomar pé da realidade da comunicação no estado e conversar com Luis torres para se situar quanto a questão jornalística, de mídias sociais, rádio, TV, campanhas em curso e equipe de modo geral. Ele lembrou que já faz sete anos desde a última vez que ocupou a secretaria e que a estrutura comunicacional no estado hoje está muito maior. “Tenho que ter humildade para me adaptar aos novos tempos, são muitos jornalistas novos. Tenho muito a aprender também nesse processo inicial”, disse.

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