PORQUE HOJE É SÁBADO

1 – Decidi e está decidido: No sábado não entra política aqui neste espaço. Só fofoca boa e coisa engraçada. Aliás, tirei o sábado só pra rosetar. Daqui a pouco, quando o sol nascer e a manhã esquentar, vou preparar um picado de bode e comer com umas boas lapadas de cana. E quem achar ruim, faça o mesmo. E quem achar bom, faça também. Então lá vai!

 

2 – Luiz Nogueira foi o homem mais bruto que existiu na cidade de Manaíra. Tão bruto que nem a filharada escapava da brutalidade. Zé, seu filho menor, certo dia chegou para ele e deu a notícia: 

-Pai, o relógio deu uma queda e ficou parado.

-E tu queria que ele saísse correndo, condenado? –respondeu, gentil como sempre.

3 – Do meu cumpade João do Bar:

Cabral chegou no Brasil ancorou e encontrou um indio com quem foi falar!!!

Perguntou ao indio:  –  Opa! Como é seu nome?”.

O Índio respondeu: -Mim se chamar Ba”.

Cabral: – Ba, ta vendo aquela embarcação lá no horizonte?

Ba: – Sim.

Cabral: – Vai lá nadando e avisa eles que achei terra firme… Aí, em sua homenagem, vou colocar o nome desta terra de “Bafoi”.

Ba: – Oh meu rei, Ba tá numa preguiça, numa lezera… Faz o seguinte, bote o nome de “Bahia”, porque Ba num vai não!!!!

4 – Do meu amigo e conterrâneo Gilson Kumamoto relembrando uma das mais saudosas brincadeiras nossas dos tempos de criança, o pau melado de merda que a gente simulava usar na briga somente para entregar ao besta espectador e quando este segurava, ficava com a mão melada após o providencial puxão:

“ Geraldo Andorinha e eu éramos muito amigos e um dia embaixo de um pé de figo vizinho lá de casa  procurando algo para fazer resolvemos fazer uma brincadeira de mau gosto, mais conhecida como  PAU MELADO DE MERDA , a qual consistia em pegar um pedaço de pau ou cabo de vassoura passar na merda de preferência um tolete recém cagado  ou no sanitário, na época feito de cimento que só dava uma descarga por dia ( jogar uma lata d’água ) no final da tarde ,depois ficávamos na calcada fazendo que estávamos brigando e esperava uma vítima passar .

Geraldo ficava com o pau na mão  e quando a vítima se aproximava eu dizia para Geraldo: –  Você só tem coragem porque está com esse pau na mão. Dá pra fulano segurar. Quando a vítima segurava, Geraldo puxava o pau  com força e a vítima ficava com um glorioso e volumoso anel de bosta na mão. Só que resolvemos pegar a vítima errada , Euclides bem mais idoso ,forte e padeiro de Ze Sobreira,  o qual doido pra ver a briga foi logo pedindo para segurar e quando esticou o braço e segurou o pau, Geraldo puxou com força aí a merda escorregadia formou o famoso anelão que Ocrides como chamava Geraldo, levou a mão ao nariz e num grito de horror gritou é MERDA!!! Segurou Geraldo pela gola levou a mão à cintura para pegar  uma de 12 polegadas. Geraldo, num ato de desespero,  deu uma arrancada com a zapragata de pneu  deixando o cheiro de pneu queimado no chão  , numa carreira que nem nas olimpíadas tinha concorrente e Ocrides.  gola da camisa numa das mãos e a outra  segurando a peixeira, correu atrás.Andorinha desesperado entrou  lá em casa, tremendo e branco como uma vela tomou um copo da garapa de açúcar e só saiu de lá muito tarde ,depois de olhar prus quatro cantos da rua e rezar três aves Marias sem ponto nem vírgula .

5 – Essa aqui quem manda é Fabiano Gomes:

Um *Cearense* estava sozinho em uma ilha deserta há dez anos.

Um dia, ele vê alguma coisa no horizonte.

E pensa consigo mesmo:

“Não é um navio”.

Conforme a coisa vai se aproximando, ele pensa:

“Não é um barco, muito menos uma balsa”.

Então aparece uma loiraça numa roupa de mergulho, que vai até o *CEARENSE* e diz:

“Quanto tempo faz que você não fuma um cigarro?”

“Dez anos!”.

Ela estende a mão, abre um bolso impermeável na manga esquerda e tira um maço de cigarros. O caba pega um, acende, dá um trago violento e diz:

“Aí sim!”

E ela pergunta:

“Há quanto tempo você não bebe um uísque?”

Ele responde:

“Dez anos!”

Ela estende a mão, abre o bolso impermeável à direita, tira um frasco e entrega pro Cearense.

Ele toma um gole longo e diz: “Eita. Bom demais!”

Então ela começa a abrir o zíper da roupa de mergulho e diz:

“E quanto tempo faz que você não come o que mais gosta?”

O cearense responde:

– Fresque não. Vai bem dizer que tu tem cuscuz aí dento!

6 – Do meu amigo Luiz Humberto:

DIRRAN, Jogador do Rio Grande do Norte, meio agalegado, era entroncadinho e tinha as pernas curtas e tortas.

Há alguns anos, em uma partida da Copa do Brasil, o narrador da Rádio Poti não cansava de gritar:

– Dirran é um craque! Dirran é uma revelação do futebol norte-riograndense!!!.

E era Dirran prá cá, Dirran pra lá!

No final do jogo o destaque foi o jogador Dirran.

Vendo aquele sucesso todo do Dirran, um jovem repórter da Joven Pan foi fazer uma entrevista com o craque na beira do gramado e foi logo perguntando:

– Você tem parentes na França? Esse seu nome é de descendência francesa?

O jogador, olhando espantado para o repórter, respondeu, para o Brasil todo ouvir:

– Não sinhô, meu apelido é Cú di Rã porque eu sou baixinho, mas como num pode falar na rádio então, eles abreveia!!

 

 

7 –  Seu Lunga não poderia faltar:

Numa madrugada dessas a mulher de Seu Lunga teve um mal-estar e gemendo acordou o marido:

– Lunguinha Lunguinha ta me dando uma coisa aqui
– Então receba
– Mas Lunga é uma coisa ruim
– Então devolva.

  1. b) Seu Lunga entrando em uma loja
    – Tem veneno pra rato?
    – Tem. Vai levar? Pergunta o balconista.
    – Não, vou trazer os ratos pra comer aqui.
  2. c) Seu Lunga estava em casa e resolveu tomar um café.
    – Mulher Traz um café
    – É pra trazer na xicara
    – Não, Joga no chão e traz com o rodo.
  3. d) Seu Lunga pronto para ir ao enterro de João Messias. Aí o vizinho pergunta:
    – E João morreu? Seu Lunga responde:
    Não, a família se reuniu pra enterrar ele vivo.
  4. e) O funcionário do banco veio avisar a Seu Lunga qwue a promissória venceu.
    – Meu filho, pra mim podia ter perdido ou empatado, Não torço por nenhuma promissória.

f )Um rapaz entra na oficina de moto de Seu Lunga e diz:
– A condenada da minha moto só quer andar na segunda.
Seu Lunga responde:
– Então aproveite porque amanhã já é terça-feira.

  1. g) Certa vez, dando uma surra em um dos seus filhos quando ainda pequeno, o menino gritava:
    – Tá bom pai tá bom pai, pelo amor de deus tá bom!
    Lunga responde:

– Tá bom, que legal! Pois quando tiver ruim diga, que eu paro;

  1. h) No seu comércio de sucata ele também vendia outros produtos , dependendo da ocasião. Uma vez tinha um saco de arroz e um romeiro perguntou:
    – Seu Lunga, como tá o arroz?
    Ele respondeu
    -Tá cru.​

8 – Conta Sebastião Nery que Eneas da Cruz Nunes era irmão do secretário de segurança do antigo Estado do Rio, Edésio Nunes. Foi nomeado funcionário, mas saiu “Enea”. Foi ao governador da época: – Governador, quero que o Diário Oficial  conserte. Todo mundo sabe que meu nome é escrito no plural”.

9 – Revoltado com um repórter da Rádio Princesa, o prefeito de uma cidade vizinha  irrompeu à Redação da emissora. Queria saber quem fora o autor de uma reportagem que contara, um a um, os buracos existentes em uma das ruas do centro.  O repóter se apresentou:

– Algum problema, prefeito?”

E o prefeito:  – Nenhum. Só queria dizer o senhor se esqueceu de incluir mais um buraco: o seu.”

O repórter não perdeu a pose: – Então foram dois. O seu também.”

10 – No Posto do no INSS de Cruz das Armas tinha um médico perito  que quando alguém requeria aposentadoria por problemas na coluna vertebral, ele dava um jeito de derrubar alguma coisa de cima de sua mesa. O “doente”, querendo ser gentil, rapidamente se agachava, pegava o objeto e o recolocava no lugar. Daí a uma semana recebia  a carta indeferindo o pedido, “pois quem tem problema de coluna não se agacha com tanta rapidez e desenvoltura”.

11 – E agora lá se vão meus abraços sabadais para Zé Walter, Zé Wilson, Zé William,Zé de Ada, Zébedeu, Zé Euflávio, Zé Nunes, Zé Carlos, Zé Guedes, Zé Octávio, Zé Nilton, Zé Aldemir,Zé de Lúcio, Zé Calunga, Zé de Bia, Zé Madeiro, Zé de Nininha, Zé Gojoba, Zé Neto, Zé de Costiano, Zé Estima, Zé Lambreta, Zé de Edezel, Zé Laurindo e Zé de Bezeca.

12 – Ensinava o grande político Gominho de Princesa: “Se queres ser bem-sucedido na política cultiva essas grandes virtudes: a sinceridade, que é manter a palavra empenhada, custe o que custar; E a sagacidade, que é nunca empenhar a palavra, custe o que custar.

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